Questão FC653042
A Lei Distrital nº 4.566/2011 dispõe acerca do Plano Diretor de Transporte Urbano e Mobilidade do Distrito Federal (PDTU/DF). É um instrumento de planejamento que tem por objetivo
Legislação Municipal Urbanística
IADES · 2023
A Lei Distrital nº 4.566/2011 dispõe acerca do Plano Diretor de Transporte Urbano e Mobilidade do Distrito Federal (PDTU/DF). É um instrumento de planejamento que tem por objetivo definir as diretrizes e as políticas estratégicas para a gestão dos transportes urbanos no âmbito do DF e apresentar proposta de gestão compartilhada para os municípios do entorno imediato. A esse respeito, assinale a alternativa que apresenta uma parte importante do planejamento estratégico de mobilidade urbana.
- Focar exclusivamente nos modos motorizados individuais por meio de medidas que aumentem os custos nos deslocamentos do transporte público coletivo.
- Levar em conta a qualidade ambiental efetivada pelo controle dos níveis de poluição atmosférica e sonora e pela proteção do patrimônio histórico e arquitetônico, bem como das diversas áreas residenciais e de vivência coletiva, contra o trânsito indevido de veículos.
- Desprestigiar a eficiência na prestação dos serviços, ignorando-se a rede de transporte integrada em regime de racionalidade operacional.
- Priorizar o Serviço de Transporte Individual Privado de Passageiros Baseado em Tecnologia de Comunicação em Rede (STIP/DF).
- Ignorar as necessidades dos pedestres e dos ciclistas, bem como não envolver a comunidade e as lideranças locais no processo de planejamento.
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Gabarito
B
Comentário do professor
Qualidade ambiental no planejamento de mobilidade significa controlar a poluição atmosférica e sonora e proteger o patrimônio histórico e arquitetônico, além das áreas residenciais e de vivência coletiva, contra o trânsito indevido de veículos.
Isso envolve medidas concretas como zonas de baixa emissão, restrição de circulação de veículos pesados em trechos sensíveis, redução de velocidade, obras de calmamento de tráfego e projetos de desvios que preservem espaços públicos e fachadas históricas.
Também exige monitoramento contínuo da qualidade do ar e do ruído, fiscalização efetiva e integração com políticas de uso do solo para evitar que vias de grande fluxo atravessem bairros protegidos.
Em suma, prioriza-se saúde, preservação cultural e qualidade de vida por meio de intervenção viária, regulação e promoção de modais sustentáveis.
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