Questão FC803025
Conforme o disposto na Resolução CONAMA nº 303, de 20 de março de 2002, entende-se por “escarpa”:
Sem classificação
FEPESE · 2012
Conforme o disposto na Resolução CONAMA nº 303, de 20 de março de 2002, entende-se por “escarpa”:
- Paisagem de topografia plana, com declividade média inferior a dez por cento, aproximadamente seis graus e superfície superior a dez hectares, terminada de forma abrupta em escarpa, caracterizando-se a chapada por grandes superfícies a mais de seiscentos metros de altitude.
- Unidade geomorfológica de constituição predominante arenosa, com aparência de cômoro ou colina, produzida pela ação dos ventos, situada no litoral ou no interior do continente, podendo estar recoberta, ou não, por vegetação.
- Ecossistema litorâneo que ocorre em terrenos baixos, sujeitos à ação das marés, formado por vasas lodosas recentes ou arenosas, às quais se associa, predominantemente, a vegetação natural conhecida como mangue, com influência flúvio-marinha, típica de solos limosos de regiões estuarinas e com dispersão descontínua ao longo da costa brasileira.
- Espaço brejoso ou encharcado, que contém nascentes ou cabeceiras de cursos d’água, onde há ocorrência de solos hidromórficos, caracterizado predominantemente por renques de buritis do brejo e outras formas de vegetação típica.
- Rampa de terrenos com inclinação igual ou superior a quarenta e cinco graus, que delimitam relevos de tabuleiros, chapadas e planalto, estando limitada no topo pela ruptura positiva de declividade e no sopé por ruptura negativa de declividade, englobando os depósitos de colúvio que localizam-se próximo ao sopé.
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Gabarito
Errado
Comentário do professor
Escarpa é uma rampa de terreno com inclinação igual ou superior a quarenta e cinco graus. Trata-se de uma face abrupta que separa duas unidades de relevo mais planas, como tabuleiros, chapadas ou platôs, formando um limite nítido entre níveis altimétricos.
No topo da escarpa ocorre a ruptura positiva de declividade, isto é, a mudança brusca para declividade maior que marca o início da encosta. No sopé aparece a ruptura negativa de declividade, onde a inclinação diminui e termina a encosta.
A escarpa inclui também os depósitos de colúvio localizados próximos ao sopé, que são materiais transportados por gravidade e acumulados na base. Esse entendimento é importante para mapeamento, manejo de riscos e planejamento urbano em áreas íngremes.
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