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Questão FC544619

A Lei Complementar nº 24/1975 (LC 24/1975) regula a concessão de benefícios fiscais (isenções, incentivos) do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços − ICMS pelos Estado

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IGEDUC · 2025

A Lei Complementar nº 24/1975 (LC 24/1975) regula a concessão de benefícios fiscais (isenções, incentivos) do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços − ICMS pelos Estados e Distrito Federal. Para evitar a chamada "guerra fiscal", a lei exige consenso. Assinale a alternativa correta sobre a concessão desses benefícios, conforme a Lei Complementar nº 24/1975.

  1. Os convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) podem ser aprovados por maioria simples (metade mais um) dos Secretários de Fazenda presentes na reunião, desde que ratificados pelas Assembleias Legislativas.
  2. Qualquer Estado pode conceder isenção do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) unilateralmente, desde que o faça por lei estadual específica e comunique ao Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) em até 30 dias, para fins de registro.
  3. Os benefícios do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), como isenções e anistias, só podem ser concedidos pela União, por meio de Lei Complementar, sendo vedada a delegação dessa competência aos Estados ou ao Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ).
  4. Os convênios que concedem benefícios fiscais devem ser celebrados no âmbito do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), exigindo-se, como regra, decisão unânime dos Estados representados para sua aprovação.
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Gabarito

D

Comentário do professor

CONFAZ é o foro próprio para celebrar os convênios que autorizam isenções, incentivos ou outros benefícios fiscais do ICMS entre Estados e o Distrito Federal. A Lei Complementar nº 24/1975 condiciona a concessão desses benefícios à formalização por meio desses instrumentos.

Como regra, a aprovação dos convênios exige decisão unânime dos Estados representados no Conselho. Essa exigência busca garantir consenso federativo e impedir que um Estado conceda vantagem que prejudique a arrecadação dos demais.

A unanimidade protege a harmonização tributária interestadual e combate a chamada guerra fiscal, promovendo segurança jurídica e previsibilidade nas políticas de atração de investimentos.

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